QUANDO A VIDA NOS CANSA...

Medo
Stress crónico
Maus hábitos alimentares
Consumo de estimulantes (café)
Perda de entes queridos
Má qualidade/quantidade de sono
Padrão de pensamento excessivo
Emoções negativas acumuladas
Doenças crónicas 
Infecções agudas e crónicas
Poluição ambiental

Perante a adversidade e o inesperado, temos 2 alternativas: lutar ou fugir! Este mecanismo permitiu-nos sobreviver durante milhares de anos e optimizar as respostas. Apesar da evolução física e intelectual, o ser humano foi assoberbado pelas exigências do ritmo de vida a que se propôs. Vivemos hoje numa era de cansaço crónico e generalizado!
Sentimos no corpo, o desgaste de um quotidiano cheio de obrigações, compromissos, expectativas e medos (principalmente o medo de falhar e de ser mal-sucedido). Na nossa sociedade, o erro é sobrevalorizado e condiciona as nossas acções e comportamentos à opinião alheia dos outros e ao nosso próprio julgamento, por vezes, impiedoso...

A fadiga adrenal é uma síndrome não reconhecida pela medicina convencional nem pela sociedade de endocrinologia e que pode ter sintomas comuns com a depressão, doenças auto imunes, doenças degenerativas, infecções crónicas, fibromialgia. Apresenta sintomas como cansaço e fadiga crónica, insónias, tensão arterial alta, letargia, desequilíbrio emocional/mental e incapacidade de lidar com o dia-a-dia, o que significa que mesmo após o descanso, o corpo não consegue recuperar os níveis normais de funcionamento metabólico. 
Os níveis de cortisol "hormona do stress" segregado pelas glândulas adrenais (ou suprarrenais) localizadas acima dos rins não são suficientes para manter a homeostasia do organismo. É um mecanismo de feedback que, em Medicina Tradicional Chinesa é justificado com a transformação do yang (excesso de produção de cortisol) em yin (deficiência de produção de cortisol). Quando uma função atinge o seu máximo, polariza no sentido do funcionamento mínimo. 
O hiperfuncionamento das glândulas adrenais e consequente produção excessiva resultam no esgotamento da função hormonal e decréscimo do cortisol sanguíneo. O estímulo contínuo e excessivo muito diferente daquele a que os nossos antepassados longínquos foram sujeitos, conduz-nos a um estado de alerta também contínuo sem uma fase de recuperação efectiva. 

Cada um de nós sabe se está/esteve dentro deste contexto. O que fazer? Quais as alternativas?
  • Escutar a nossa voz interior e não a opinião aleatória dos outros como sugere a nossa promessa do Kenpo
  • Consultar um terapeuta de medicina tradicional chinesa
  • Organizar a nossa agenda de acordo com a hora do dia e a estação do ano
  • Criar uma rede de relações saudáveis 
  • Respirar bem, dormir bem e comer bem
  • Tomar suplementos vitamínicos e minerais
  • Melhorar a auto-imagem e a auto-estima
  • Rir muito!